
Em Itália, esta senhora, Mara Carfagna, é Ministra... para a Igualdade!!!

Em França, a Primeira-Dama é Carla Bruni.

E em Portugal...


Ainda se admiram que o país esteja em crise!!
O novo filme de Sam Mendes destaca-se, entre outras coisas, pelas boas interpretações (sobretudo de Michael Shannon e de Kate Winslet) e pela história que conta (da autoria de Richard Yates).
desordenado, o filme surpreende pelo paradoxo das cores alegres e vivas que ponteiam as trevas com a formidável esperança da luz. Esperança essa que se conjuga com um amor sem fronteiras de Jamal por Latika e que, em última análise, conduz à morte de Salim.
ores que representam Jamal (Ayush Khedekar) e Salim (Azharuddin Ismail) falam pela Índia e pelo mundo, no sentido de que não é tudo admissível neste planeta de horror globalizado. Os planos originais de Boyle ajudam a que vejamos a realidade sempre de uma outra perspectiva, mesmo que inclinada. As representações sinceras e despretensiosas de Dev Patel, Madhur Mittal e Freida Pinto mostram que Bollywood, neste domínio, tem coisas melhores que o original.
O Ministro de Estado e das Finanças devia ter estado ontem no concerto da Deolinda na Casa da Música! Seria, estou seguro disso, um excelente bálsamo para a crise mundial e portuguesa que nos afecta!
Um exemplo de reinvenção da dita “canção nacional”, com toques de Madredeus aqui e além, fugas de rock e a encenação de um típico ambiente marialva lisboeta com naprons nas mesas (aqui substituídas por colunas de som) e só mesmo a faltar o cão de louça à entrada com a sua bela língua vermelha a cumprimentar as visitas.
E as letras marcam a nossa portugalidade (seja lá o que isso for...), com selecta ironia, com e
spírito crítico. A burocracia, o ir-não-ir, a revolução que fica na gaveta ("vão sem mim que eu vou lá ter...") - parece que nos miramos ao espelho.
Pena é que, naturalmente, sendo um projecto relativamente recente, Ana Bacalhau e os restantes membros da Deolinda não tivessem temas diferentes para os dois encores. Mas deu bem para a tantas vezes bacocamente selecta Casa da Música ver o público de pé a aplaudir e a gingar em fabulosos toques de ancas, em solene preparação para uma nova semana…
Clandestino dos Deolinda.
Uma das belas canções do disco de estreia "Canção ao Lado".

Primeiro, “A Onda”.
Depois, “Vicky, Cristina, Barcelona”.Uma bengala feita de “picha de boi”, que se sabe ter sido originariamente criada para vergastar o lombo dos animais na condução dos mesmos pelos campos e ainda como amparo ao caminhar do pastor (tal como a sua homónima de pau ou o cajado), mas a qual, pela curiosidade do material de que é feita e o aspecto que tem, foi sendo também progressivamente erigida como curioso objecto de artesanato característico de algumas zonas sobretudo do interior centro e norte do país continental e até objecto de decoração (independentemente do bom ou mau gosto da mesma, com o qual ninguém tem nada a ver) – o que justifica a respectiva posse –, podendo embora ser utilizada como meio de agressão, não pode ser havida como arma
Eis o link para os descrentes:
terna; se ama sem nobreza conhece-o através do ciúme intenso, da aversão repentina e do desejo insaciável; mas não conhece nunca o amor sem véu» (p. 57). Exorcizar aqueles que, como Aherne, o «quase-sacerdote», das belas-artes têm a ideia de que «foram enviadas ao mundo para arruinar as nações e por fim a própria vida, semeando por toda a parte desejos sem limites, quais archotes lançados sobre uma cidade em chamas». Entender o relativismo das preocupações mundanas (?): «Qual é a doutrina? (…) Alguma discussão medieval e inútil sobre a natureza da Trindade, que só serve para mostrar que muitas coisas que um dia abalaram o mundo não têm hoje nenhuma importância para nós?» (p. 75).
le, o chanceler Bacon, escreveu que "não se hão-de ter por inúteis aquelas ciências que não têm uso, sempre que agucem e disciplinem o engenho". Eis um sermão que se deve fazer diariamente - e por mim assim será -, naqueles países e entre aquelas gentes onde floresce o apreço pela engenharia, com desdém das outras actividades.

O Presidente de certa empresa, casado há 25 anos, está com uma grande dúvida:
fazer amor com a própria mulher, depois de tanto tempo de casamento,
é trabalho ou prazer?
Na dúvida, ligou ao Director-Geral e perguntou.
Por sua vez, o Director ligou ao Sub-Director e fez a mesma pergunta.
O Sub-Director ligou ao Gerente e fez a mesma pergunta.
E assim se seguiu a corrente de ligações até que a pergunta
chegou ao Sector Jurídico e o Advogado perguntou, como é normal, ao
Estagiário que estava todo atarefado a fazer mil coisas ao mesmo tempo:
- Rapaz, quando o Presidente da Empresa faz amor com a mulher
dele é trabalho ou prazer?
- É prazer, Doutor ! - respondeu prontamente o estagiário.
- Como é que você pode responder a isso com tanta segurança e
rapidez??
-... se fosse trabalho, já me tinham mandado a mim!

A Vida é que exagera;
não estou assim tão mal!
Mesmo que me sinta ridículo
e abandonado ao deambular
por corredores de nenúfares em que
me afundo a cada passo.
A Vida é que exagera;
sinto-me muito melhor!
Ainda que alcance a rigidez
óssea do féretro eterno da tua
boca, que teima em fechar-se
e em ostentar raízes tuberculosas.
A Vida é que exagera;
vou melhorzinho, obrigado!
Mesmo que tenha o diafragma
nas têmporas e o sangue ofegante
nas veias em que venho encarnando.
Ainda que o escuro sadio
de todos me aparte e me transforme
em delfim do Ridículo;
mesmo que de mim rias ao
afagar cabelos desvitalizados
e dentes calvos.
A Vida é que exagera;
estou bom, venho curado!
Filipe Lamas