
1. Passar a utilizar a pintura original de um tal de Leonardo que, na verdade, foi D. Fuas Fornense, criado-de-campo do Senhor Marquis.
2. Lançar novo desafio: "cadoz velho".
Faça-se como digo.

Ponte de S. Gonçalo em Amarante *


A explicação da crise financeira, em 8 minutos, pelo satírico "Bremmer, Bird & Fortune" britânico.
Quem quiser emoções fortes, num filme que retrata a concretização plena do complexo de Édipo, então não pode perder “Desejos Selvagens”.
Somos levados a percorrer as várias fases de um amor (?) patológico entre uma mãe e um filho, que não se faz rogada em dormir também com o namorado do filho, filho este que teve uma fugaz relação com uma rapariga que, por sua vez, passou a viver com o pai (do filho complexado e doente…).
Confusos? E tudo isto baseado em factos verídicos: na chocante história do assassinato de Barbara Daly Baekeland, que ocorreu num apartamento londrino em Novembro de 1972, criando agitação em ambos os lados do Atlântico e permanecendo até hoje como uma das grandes tragédias americanas.


Janeiro 12
«O que eu quero principalmente é que vivam felizes».
Não lhes disse talvez estas palavras, mas foi isto o que eu quis dizer. No sumário, pus assim: «Conversa amena com os rapazes». E pedi, mais que tudo, uma coisa que eu costumo pedir aos meus alunos: lealdade. Lealdade para comigo, e lealdade de cada um para cada outro. Lealdade que não se limita a não enganar o professor ou o companheiro: lealdade activa, que nos leva, por exemplo, a contar abertamente os nossos pontos fracos ou a rir só quando temos vontade (e então rir mesmo, porque não é lealdade deixar então de rir) ou a não ajudar falsamente o companheiro.
«Não sou, junto de vós, mais do que um camarada um bocadinho mais velho. Sei coisas que vocês não sabem, do mesmo modo que vocês sabem coisas que eu não sei ou já esqueci. Estou aqui para ensinar umas e aprender outras. Ensinar, não: falar delas. Aqui e no pátio e na rua e no vapor e no comboio e no jardim e onde quer que nos encontremos».
Não acabei sem lhes fazer notar que «a aula é nossa». Que a todos cabe o direito de falar, desde que fale um de cada vez e não corte a palavra ao que está com ela.
Sebastião da Gama, Diário.
O Duarte acertou mais uma vez! Parabéns! 