Und natürlich: Ziviljustizgebäude
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quarta-feira, agosto 12, 2009
quinta-feira, julho 30, 2009
domingo, julho 08, 2007
Graffiti
and your daily road seems all up hill,
when funds are low and debts are high,
when you try to smile but can only cry,
when you would you like to quit
Make a wish and always give a bit!
There`s receiving in the giving ..."
segunda-feira, abril 30, 2007
segunda-feira, abril 23, 2007
terça-feira, abril 17, 2007
The funny side of Dublin (II)

Doors of Dublin - Abril 2007
Uma das características curiosas de Dublin é a profusão de cores das portas das casas: amarelo, vermelho, branco, várias tonalidades de azul e verde …
A austeridade e traços rectilíneos dos edifícios em tijolo castanho escuro e o sentido de proporção e simetria das suas fachadas - típicos do estilo georgiano (século XVIII, reinados de George I, II e III) que caracteriza quase toda a face arquitectónica da cidade - são quebrados pela coloração divertida das suas portas.
Este interessante facto encontra, aparentemente, a sua origem histórica no início do século XX. Parece que, aquando da morte da rainha Victoria, em 1901, foi emanado um decreto (“decree”) que dispunha que as portas das casas deveriam ser pintadas de preto em sinal de dor e em homenagem à monarca falecida. Ora, os irlandeses, fazendo jus à sua fama de rebeldia e aproveitando o ensejo para manifestar os seus ímpetos independentistas, pintaram as portas com todas as cores do arco-iris, excluindo o preto.
Existe uma outra explicação para um tão vasto espectro de cores. Uma explicação bem mais prosaica. Diz-se que é uma forma de os irlandeses, perante um complexo urbanístico tão uniforme, conseguirem identificar a respectiva casa, no regresso ao lar, depois de uma noite bem bebida nos pubs.
Qualquer que seja a explicação, as “doors of Dublin” são um divertido ícone desta cidade animada, despretensiosa e acolhedora.
A austeridade e traços rectilíneos dos edifícios em tijolo castanho escuro e o sentido de proporção e simetria das suas fachadas - típicos do estilo georgiano (século XVIII, reinados de George I, II e III) que caracteriza quase toda a face arquitectónica da cidade - são quebrados pela coloração divertida das suas portas.
Este interessante facto encontra, aparentemente, a sua origem histórica no início do século XX. Parece que, aquando da morte da rainha Victoria, em 1901, foi emanado um decreto (“decree”) que dispunha que as portas das casas deveriam ser pintadas de preto em sinal de dor e em homenagem à monarca falecida. Ora, os irlandeses, fazendo jus à sua fama de rebeldia e aproveitando o ensejo para manifestar os seus ímpetos independentistas, pintaram as portas com todas as cores do arco-iris, excluindo o preto.
Existe uma outra explicação para um tão vasto espectro de cores. Uma explicação bem mais prosaica. Diz-se que é uma forma de os irlandeses, perante um complexo urbanístico tão uniforme, conseguirem identificar a respectiva casa, no regresso ao lar, depois de uma noite bem bebida nos pubs.
Qualquer que seja a explicação, as “doors of Dublin” são um divertido ícone desta cidade animada, despretensiosa e acolhedora.
segunda-feira, abril 16, 2007
Lições de Dublin (III)
Abril de 2007
The Meeting of the Waters
THERE is not in the wide world a valley so sweet
As that vale in whose bosom the bright waters meet;
Oh! the last rays of feeling and life must depart,
Ere the bloom of that valley shall fade from my heart.
Yet it was not that nature had shed o’er the scene
Her purest of crystal and brightest of green;
’Twas not her soft magic of streamlet or hill,
Oh! no—it was something more exquisite still.
’Twas that friends, the beloved of my bosom, were near,
Who made every dear scene of enchantment more dear,
And who felt how the best charms of nature improve,
When we see them reflected from looks that we love.
Sweet vale of Avoca! how calm could I rest
In thy bosom of shade, with the friends I love best,
Where the storms that we feel in this cold world should cease,
And our hearts, like thy waters, be mingled in peace.
THERE is not in the wide world a valley so sweet
As that vale in whose bosom the bright waters meet;
Oh! the last rays of feeling and life must depart,
Ere the bloom of that valley shall fade from my heart.
Yet it was not that nature had shed o’er the scene
Her purest of crystal and brightest of green;
’Twas not her soft magic of streamlet or hill,
Oh! no—it was something more exquisite still.
’Twas that friends, the beloved of my bosom, were near,
Who made every dear scene of enchantment more dear,
And who felt how the best charms of nature improve,
When we see them reflected from looks that we love.
Sweet vale of Avoca! how calm could I rest
In thy bosom of shade, with the friends I love best,
Where the storms that we feel in this cold world should cease,
And our hearts, like thy waters, be mingled in peace.
Thomas Moore (1779–1852)
domingo, abril 15, 2007
Lições de Dublin (II)

Hélas!
To drift with every passion till my soul
Is a stringed lute on which all winds can play,
Is it for this that I have given away
Mine ancient wisdom, and austere control?
Methinks my life is a twice-written scroll
Scrawled over on some boyish holiday
With idle songs for pipe and virelay,
Which do but mar the secret of the whole.
Surely there was a time I might have trod
The sunlit heights, and from life's dissonance
Struck one clear chord to reach the ears of God:
Is that time dead? lo! with a little rod
I did but touch the honey of romance -
And must I lose a soul's inheritance?
Oscar Wilde (Dublin, 1854 - Paris, 1900), The Collected Works of Oscar Wilde, Londres: Wordsworth Editions, 1997, p. 769.
sábado, abril 14, 2007
Lições de Dublin

No centro de Dublin, na movimentada O'Connell Street, há uma estátua que prende a nossa atenção.
Um homem de braços erguidos, em posição de orador e de guia de multidões parece interpelar-nos e exigir-nos mais do que uma simples passagem por uma cidade de que se aprende a gostar, principalmente pela afabilidade das suas gentes.
Trata-se de James (Big Jim) Larkin (Séamas Ó Lorcáin - 1876-1947), importante fundador do movimento sindicalista do Éire e impulsionador do Dublin Lockout de 1913 que esteve na base, para além de uma multiplicidade de outros factores, da independência da Irlanda, em 1922, com a entrega do poder, no Upper Yard do Castle of Dublin, por parte do Vice-Rei (representante da coroa do Reino Unido) a Michael Collins, do então recém-criado Estado Livre da Irlanda.
Mais do que o movimento sindicalista, mais do que o apoio à revolução bolchevique e os ensinamentos da doutrina comunista que Larkin foi beber nos EUA (valendo-lhe uma condenação em pena de prisão, entretanto parcialmente perdoada), d
e entre os muitos discursos inflamados deste nacionalista (porventura hoje tido como terrorista...), há uma frase que se encontra numa lápide aposta na dita estátua e que trouxe gravada em letras que não quero esquecer:
Les grands ne sont grands que parce que nous sommes à genoux: Levons-nous!
Ní uasal aon uasal ach sinne bheith íseal: Éirímis!
The great appear great because we are on our knees: Let us rise!
O francês, o gaélico e o inglês dão uma dimensão ainda mais universal a uma verdade em si mesma comum a toda a Humanidade.
Um homem de braços erguidos, em posição de orador e de guia de multidões parece interpelar-nos e exigir-nos mais do que uma simples passagem por uma cidade de que se aprende a gostar, principalmente pela afabilidade das suas gentes.
Trata-se de James (Big Jim) Larkin (Séamas Ó Lorcáin - 1876-1947), importante fundador do movimento sindicalista do Éire e impulsionador do Dublin Lockout de 1913 que esteve na base, para além de uma multiplicidade de outros factores, da independência da Irlanda, em 1922, com a entrega do poder, no Upper Yard do Castle of Dublin, por parte do Vice-Rei (representante da coroa do Reino Unido) a Michael Collins, do então recém-criado Estado Livre da Irlanda.
Mais do que o movimento sindicalista, mais do que o apoio à revolução bolchevique e os ensinamentos da doutrina comunista que Larkin foi beber nos EUA (valendo-lhe uma condenação em pena de prisão, entretanto parcialmente perdoada), d
e entre os muitos discursos inflamados deste nacionalista (porventura hoje tido como terrorista...), há uma frase que se encontra numa lápide aposta na dita estátua e que trouxe gravada em letras que não quero esquecer:Les grands ne sont grands que parce que nous sommes à genoux: Levons-nous!
Ní uasal aon uasal ach sinne bheith íseal: Éirímis!
The great appear great because we are on our knees: Let us rise!
O francês, o gaélico e o inglês dão uma dimensão ainda mais universal a uma verdade em si mesma comum a toda a Humanidade.
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