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terça-feira, setembro 20, 2011

World Markets


World Markets de Wang Du (2004)


Em exposição nos jardins do Centre de Congrès de Lyon




A obra de arte é de 2004. Mas este jornal amarfanhado representando os mercados mundiais assenta que nem uma luva aos tempos que correm.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

The Cavern


Colour my eyes. Paint my insides.
Paul McCartney is an Evertonian

No dia em que se assinala o decurso de 50 anos sobre a data em que os Beatles se estrearam no The Cavern, eis umas recordações fotográficas de uma passagem pelo Pub de Liverpool
(nem o facto de o bar actual não se localizar exactamente no mesmo sítio do original parece ter perturbado o lendário “the most famous club in the world”)

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Suveniirid

Suveniirid de Tallinn
Imagens do perfil da cidade com o Golfo da Finlândia ao fundo


Catedral Ortodoxa Alexander Nevsky



Interior e pormenor do menu do Restaurante Medieval "Olde Hansa"





... e a presença portuguesa em Tallin

segunda-feira, março 22, 2010

Barkassenfahrt - Speicherstadt

Die Barkasse der RTP :-)

Blick Von Speicherstadt

Das Gebäude der Polizei - Nortruf Hafenkante (ie, Hamburgo 112)

Bunt Hamburg entlang der Elbe

quarta-feira, agosto 15, 2007

Haia e TIJ




Na desilusão que foi a capital política e administrativa dos Países Baixos, Haia, algo ficou na retina: o Tribunal Internacional de Justiça e o imponente Palácio da Paz onde se encontra instalado.

Sede do Tribunal Permanente de Justiça, antecessor do TIJ, iniciando os seus trabalhos em 1922, data de 1946 a substituição pelo TIJ, no âmbito da Carta da ONU.
A primeira pedra deste fabuloso palácio foi lançada a 30 de Julho de 1907, ou seja, há 100 anos, sendo certo que por lá estive (em 2007, claro!) poucos dias depois da efeméride. No mesmo local funciona a famosa Biblioteca e a Academia de Direito Internacional da Haia, sendo que o edifício e os frondosos jardins circundantes são propriedade da Fundação Carnegie.
Os portões ostentam quatro representações tidas como essenciais para o concerto das Nações: Pax, Justitia, Amicitia e Concordia.

Luz em Amesterdão, Haarlem e Den Haag

Composição sobre a luz

Luz macilenta, cortante,
espelho de raios rarefeitos
aos tombos pelas trevas
e espreitando nos salgueirais
de margens luzidias.
Luz bafienta, ornada
de lâmpadas de inocência
no cais da infância guerreira.
Luz salvífica, em cruz
carregada ao Gólgota dos dias
sem luz, só com gritos de
"ecce homo" e arrependimentos
de ladrões maus e desespero de ladrões bons.
Sim, luz é oposta a escuridão
de pensamento, a teias de preconceito.
É água que sacia a indiferença,
é penhasco em que anuncio a Redenção.
Luz é tudo. Luz és Tu. Luz sou Eu reflectido em raios de luz
que te reflectem na lua do luar
do lago em que a sereia
prometeu Paz a quem lhe desse Luz.
Só Luz.
Em teu regaço.

F.L.




segunda-feira, agosto 13, 2007

Am*dam - Estudo de ciclistas


De cima para baixo: em frente à Anne Frank Huis (Casa de Anne Frank), na Damrak, uma das mais movimentadas artérias de Amesterdão, sede do famosíssimo Hotel Continental, propriedade do Mr. Myagui e seu clã (1 estrela, luxo); algures numa das ruas perto de um dos grachts e no Amsterdam Historisch Museum. Típico mais típico não há!



quinta-feira, maio 03, 2007

The funny side of Dublin (V)

Hard Rock Cafe, Temple Bar, Dublin, Abril de 2007

segunda-feira, abril 23, 2007

terça-feira, abril 17, 2007

The funny side of Dublin (II)


Doors of Dublin - Abril 2007


Uma das características curiosas de Dublin é a profusão de cores das portas das casas: amarelo, vermelho, branco, várias tonalidades de azul e verde
A austeridade e traços rectilíneos dos edifícios em tijolo castanho escuro e o sentido de proporção e simetria das suas fachadas - típicos do estilo georgiano (século XVIII, reinados de George I, II e III) que caracteriza quase toda a face arquitectónica da cidade - são quebrados pela coloração divertida das suas portas.
Este interessante facto encontra, aparentemente, a sua origem histórica no início do século XX. Parece que, aquando da morte da rainha Victoria, em 1901, foi emanado um decreto (“decree”) que dispunha que as portas das casas deveriam ser pintadas de preto em sinal de dor e em homenagem à monarca falecida. Ora, os irlandeses, fazendo jus à sua fama de rebeldia e aproveitando o ensejo para manifestar os seus ímpetos independentistas, pintaram as portas com todas as cores do arco-iris, excluindo o preto.
Existe uma outra explicação para um tão vasto espectro de cores. Uma explicação bem mais prosaica. Diz-se que é uma forma de os irlandeses, perante um complexo urbanístico tão uniforme, conseguirem identificar a respectiva casa, no regresso ao lar, depois de uma noite bem bebida nos pubs.
Qualquer que seja a explicação, as “doors of Dublin” são um divertido ícone desta cidade animada, despretensiosa e acolhedora.

segunda-feira, abril 16, 2007

The funny side of Dublin

@ Parnell Street, transversal da O`Connell Street (uma das avenidas principais de Dublin)

Lições de Dublin (III)

Vale de Avoca, onde se encontram os rios Avonmore e Avonbeg, formando o rio Avoca
Abril de 2007


The Meeting of the Waters

THERE is not in the wide world a valley so sweet
As that vale in whose bosom the bright waters meet;
Oh! the last rays of feeling and life must depart,
Ere the bloom of that valley shall fade from my heart.

Yet it was not that nature had shed o’er the scene
Her purest of crystal and brightest of green;
’Twas not her soft magic of streamlet or hill,
Oh! no—it was something more exquisite still.

’Twas that friends, the beloved of my bosom, were near,
Who made every dear scene of enchantment more dear,
And who felt how the best charms of nature improve,
When we see them reflected from looks that we love.

Sweet vale of Avoca! how calm could I rest
In thy bosom of shade, with the friends I love best,
Where the storms that we feel in this cold world should cease,
And our hearts, like thy waters, be mingled in peace.

Thomas Moore (1779–1852)

domingo, abril 15, 2007

Lições de Dublin (II)


Hélas!

To drift with every passion till my soul
Is a stringed lute on which all winds can play,
Is it for this that I have given away
Mine ancient wisdom, and austere control?
Methinks my life is a twice-written scroll
Scrawled over on some boyish holiday
With idle songs for pipe and virelay,
Which do but mar the secret of the whole.
Surely there was a time I might have trod
The sunlit heights, and from life's dissonance
Struck one clear chord to reach the ears of God:
Is that time dead? lo! with a little rod
I did but touch the honey of romance -
And must I lose a soul's inheritance?

Oscar Wilde (Dublin, 1854 - Paris, 1900), The Collected Works of Oscar Wilde, Londres: Wordsworth Editions, 1997, p. 769.

sábado, abril 14, 2007

Lições de Dublin


No centro de Dublin, na movimentada O'Connell Street, há uma estátua que prende a nossa atenção.
Um homem de braços erguidos, em posição de orador e de guia de multidões parece interpelar-nos e exigir-nos mais do que uma simples passagem por uma cidade de que se aprende a gostar, principalmente pela afabilidade das suas gentes.
Trata-se de James (Big Jim) Larkin (Séamas Ó Lorcáin - 1876-1947), importante fundador do movimento sindicalista do Éire e impulsionador do Dublin Lockout de 1913 que esteve na base, para além de uma multiplicidade de outros factores, da independência da Irlanda, em 1922, com a entrega do poder, no Upper Yard do Castle of Dublin, por parte do Vice-Rei (representante da coroa do Reino Unido) a Michael Collins, do então recém-criado Estado Livre da Irlanda.
Mais do que o movimento sindicalista, mais do que o apoio à revolução bolchevique e os ensinamentos da doutrina comunista que Larkin foi beber nos EUA (valendo-lhe uma condenação em pena de prisão, entretanto parcialmente perdoada), de entre os muitos discursos inflamados deste nacionalista (porventura hoje tido como terrorista...), há uma frase que se encontra numa lápide aposta na dita estátua e que trouxe gravada em letras que não quero esquecer:

Les grands ne sont grands que parce que nous sommes à genoux: Levons-nous!


Ní uasal aon uasal ach sinne bheith íseal: Éirímis!


The great appea
r great because we are on our knees: Let us rise!

O francês, o gaélico e o inglês dão uma dimensão ainda mais universal a uma verdade em si mesma comum a toda a Humanidade.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

segunda-feira, janeiro 15, 2007

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Une very stylish Promenade ou Souvenir de Paris (IV)



En se promenant na Rue Saint-Honoré, na Rue de la Paix, ou na Place Vendôme, microcosmos habitado pela Haute Joaillerie e pela Haute-Couture, somos sempre inundados por um brilho inebriante e mágico. Mas em época natalícia, ao éclat típico das montras dos joalharias conceituadas (Boucheron, Bvlgari, Cartier, Chopard, Dior, Piaget, ... ) e das lojas de costureiros famosos (Yves Saint-Laurent, John Galliano, Christian Lacroix, ...) que se perfilam quase lado a lado, juntam-se as iluminações sofisticadas (que, neste ano, procuraram recriar o cenário das Mil e uma Noites). E, então, inevitavelmente, “parcelles de rêves, trésors chargés d`émotions et parures auréolées d `eternité s`offrent à l`envi” (David Richard e Marie-Domonique Sassin, ParisCapitale, Dezembro-Janeiro).
É difícil escapar ao ambiente de luxo e de elegância. Há poucos dias, enquanto passeava por lá, quase que ouvia “Une very stylish fille”, original de Jerry Goldsmith, mas na versão mixée por um grande DJ – Dimitri from Paris. Por isso, aqui deixo o clip da música. (No fim até aparece a Torre Eiffel, e tudo!)
Mas, para não ser um post demasiado fútil, e porque, ao mesmo tempo que me soavam aqueles acordes, eu relembrava uma passagem de um livro recentemente lido e (à propos) oferecido, reproduzo aqui um excerto do “Em Paris” de Ramalho Ortigão:
“(...) Paris é um altar cujo ídolo é a parisiense. (...)
(...) Ce que femme veut Dieu le veut é um aforismo especialmente feito para definir a omnipotência da parisiense.
As mulheres de todas as regiões civilizadas do antigo mundo e do mundo novo estão em comunicação directa ou indirecta com a vontade parisiense. (...)
Não há mulher alguma civilizada que se atreva a atar uma gravata, a calçar uma botina, a meter um pente nos cabelos, a pregar um alfinete no vestido sem que a parisiense lhe tenha dado primeiro o seu conselho ou o seu beneplácito.” (Op. Cit., pp. 105 e 106.)

sábado, janeiro 06, 2007

Souvenir de Paris (II) ou ZOOMático em dia de (outros) Reis



Neste grande medalhão, que decora a chaminé da Sala da Guerra do Palácio de Versalhes, está representado o Rei Sol – Luís XIV –, a cavalo, no momento em que as tropas francesas passavam o rio Reno, a 12 de Julho de 1672. Os desejos expansionistas do monarca conduziriam ao eclodir da Guerra da Holanda, que opôs a França à Grande Aliança de Haia composta pela Holanda, Espanha, Império Austríaco e Príncipes Alemães.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Souvenir de Paris (I)



Les Champs-Elysées (Joe Dassin)
Paroles et Musique: Pierre Delanoé

Je m'baladais sur l'avenue le cœur ouvert à l'inconnu
J'avais envie de dire bonjour à n'importe qui
N'importe qui et ce fut toi, je t'ai dit n'importe quoi
Il suffisait de te parler, pour t'apprivoiser

Aux Champs-Elysées, aux Champs-Elysées
Au soleil, sous la pluie, à midi ou à minuit
Il y a tout ce que vous voulez aux Champs-Elysées

Tu m'as dit "J'ai rendez-vous dans un sous-sol avec des fous
Qui vivent la guitare à la main, du soir au matin"
Alors je t'ai accompagnée, on a chanté, on a dansé
Et l'on n'a même pas pensé à s'embrasser

Aux Champs-Elysées, aux Champs-Elysées
Au soleil, sous la pluie, à midi ou à minuit
Il y a tout ce que vous voulez aux Champs-Elysées

Hier soir deux inconnus et ce matin sur l'avenue
Deux amoureux tout étourdis par la longue nuit
Et de l'Étoile à la Concorde, un orchestre à mille cordes
Tous les oiseaux du point du jour chantent l'amour

Aux Champs-Elysées, aux Champs-Elysées
Au soleil, sous la pluie, à midi ou à minuit
Il y a tout ce que vous voulez aux Champs-Elysées